Ecco Filmes

Pós Produção do Remake

A pós produção do remake, contando com a edição do filme, foi realizada no dia 22/06. Durante a edição, topamos com alguns problemas não verificados durante a produção, tais como pequenos erros de continuidade e de cenário. Tais detalhes não poderiam ser corrigidos durante a edição, e não havendo tempo hábil para realizar uma nova filmagem, fizemos o nosso possivel para deixar o remake o mais próximo da cena real.

Também não conseguimos achar a trilha sonora exata dessa cena, então usamos a outra musica oficial do filme para manter a ambientação.

A apresentação ocorreu dia 27/06.


Produção do Remake

Após os assuntos decididos na reunião pré produção, a filmagem foi realizada no dia 17 de junho. Foram gastas aproximadamente nove horas para filmar a cena que dura tres minutos. Nos reunimos as nove da manhã na casa de uma das integrantes da produtora (que era a que mais se aproximava da cena) e terminamos a filmagem por volta das cinco horas da tarde.

Durante a produção nos deparamos com alguns problemas, tais como o fato de a camera usada na filmagem original possuir um alcance maior do que a usada por nós, o que tornou praticamente inviável realizar exatamente os mesmos planos da cena original. Com isso nossa cena ficou ora mais próxima, ora mais distante do plano original. A cena também é desafiadora por mostrar a personagem Chieko nua e, ao mesmo tempo que está triste, tenta seduzir o detetive na sua casa. Como não possuiamos atores profissionais, foi dificil reproduzir exatamente o sentimento da cena, mas nossos atores conseguiram fazer seu melhor.

Apesar dessas dificuldades, fomos capazes de passar a emoção da cena e usar exatamente o mesmo tempo de cada plano do original. A trilha sonora usada não é a exata da cena, mas é a mesma música que toca ao longo do filme, o que mantém a amabientação.


As Vanguardas do Cinema

NA EUROPA

1920

Expressionismo Alemão

Sombras, loucura e grotesco são os atores principais do cinema alemão. O movimento tenta representar o clima pós-guerra que toma conta do país e dura até a ascensão de Hitler, que proibiu as artes “degeneradas” e apostou no cinema-propaganda, afugentando grandes diretores do país. Filmes: Metrópolis (Fritz Lang), Nosferatu (F.W. Murnau), O Gabinete do Dr. Caligari (Robert Wiene).

Avant-Garde Francesa

Artistas das vanguardas plásticas trazem inovações às telas. Para não perder nenhum detalhe de grandes paisagens, o excêntrico Abel Gance coloca 3 câmeras lado a lado. Na hora da exibição, usa 3 projetores, inaugurando o formato de tela conhecido hoje. Filmes: O Cão Andaluz (Luis Buñuel e Salvador Dali), A Concha e o Clérigo (Germaine Dulac), Napoleão (Abel Gance).

Experimentalismo Soviético

A falta de película nas faculdades de Moscou leva estudantes de cinema a descobrir a montagem: usando vários pedaços de filmes famosos e a justaposição de imagens, criam uma nova obra. Influenciados pela Revolução Russa, fazem um cinema ideológico, sem perder o impacto visual. Filmes: O Encouraçado Potemkin (Sergei Eisenstein), Um Homem com uma Câmera (Dziga-Vertov).

1940

Neo-Realismo Italiano

Temas sociais, atores não-profissionais e gravações fora de estúdio. Por levar a realidade do pós-guerra ao cinema com custos tão baixos, os italianos se tornam referência e influenciam diversos diretores, entre eles, o brasileiro Glauber Rocha. Filmes: Ladrões de Bicicleta (Vittorio De Sica), Roma, Cidade Aberta (Roberto Rosselini), A Terra Treme (Luchino Visconti).

— 

Nouvelle Vague

Cansados dos mesmos filmes, críticos da conceituada revista francesa Cahiers du Cinema decidem colocar a mão na massa. Ou melhor, a câmera nos ombros. A nova onda usa a seu favor as dificuldades técnicas para contar histórias simples, criando um estilo único. Filmes: Acossado (Jean-Luc Godard), Os Incompreendidos (François Truffaut).

1990

Dogma 95

Quatro diretores dinamarqueses se reúnem e criam 10 regras para fazer um cinema puro, simples e sem gênero. Entre elas, ausência de trilha sonora, de luz artificial e de efeitos especiais. O chamado Manifesto Dogma reforça a idéia de que qualquer um pode fazer cinema e cria seguidores pelo mundo. Filmes: Festa de Família (Thomas Vintenberg), Os Idiotas (Lars Von Trier).

NOS ESTADOS UNIDOS

Ironicamente, a milionária indústria cinematográfica americana foi fundada por produtores independentes. Em 1912, eles deixaram Nova Jersey para fugir da guerra judicial promovida por Thomas Edison, que detinha as patentes dos equipamentos de filmagem, e fundaram Hollywood. Confira a história da indústria de sonhos.

1910

Cinema Mudo

Fãs dos melodramas de Charles Dickens, os diretores D.W. Griffith e Charles Chaplin se tornam os nomes do cinema mudo americano. Inaugurando a linguagem clássica, o primeiro faz grandes filmes históricos. Já o segundo usa a comédia burlesca de um vagabundo. Filmes: O Nascimento de uma Nação (D.W. Griffith), Vagabundo (Charles Chaplin).

1940

Noir

A violência e as regras da máfia são exploradas nesse gênero, que teve forte influência da literatura policial americana e da estética alemã dos anos 20. Por duas décadas, o Noir – negro, em francês – mostrou crimes e perigosas paixões. Filmes: À Beira do Abismo (Howard Hawks), Anatomia de um Crime (Otto Preminger), Casablanca (Michael Curtiz).


Surrealismo

 

Um filme surrealista sempre deixa nele uma impressão de confusão, pois habituado a ver tudo mastigado, com uma explicação racional e lógica para as artimanhas do enredo. Vamos ver aqui em rápidas pinceladas o que vem a ser o surrealismo no cinema.

O surrealismo parte de uma atitude revolucionária em filosofia, cujo verdadeiro objetivo não consistiria em interpretar o mundo, mas, sim, em transformá-lo. Na forma exposta por seu principal animador, André Breton, o surrealismo revela forte influência do materialismo dialético, dele retirando sua “lógica da totalidade”. Assim como o sistema social constitui um todo e nenhuma de suas partes pode ser compreendida separadamente, a arte não deve ser o reflexo de uma parcela de nossa experiência mental (a parcela consciente), mas uma síntese de todos os aspectos de nossa existência, especialmente daqueles que são mais contraditórios.

O cinema se revelou como o instrumento ideal para a conquista da supra-realidade, pois a câmera é capaz de fundir vida e sonho, o presente e o passado se unificam e deixam de ser contraditórios, as trucagens podem abolir as leis físicas, etc.

Quando Buñuel apresentou, em Paris, O Anjo Exterminador (1961), o exibidor lhe solicitou que escrevesse alguma coisa para colocar na porta da sala de exibição. Buñuel rabiscou o seguinte: “A única explicação racional e lógica que tem este filme é que ele não tem nenhuma”. Noutra ocasião, ao ganhar o Leão de Ouro de Veneza por A Bela da Tarde (Belle de Jour, 1966), lhe perguntaram o significado da caixinha de música que um japonês carrega quando no quarto com Catherine Deneuve. O cineasta respondeu que não sabia. Assim, o espectador não pode racionalizar dentro de determinada lógica nos filmes surrealistas.

Excetuando-se alguns ensaios vanguardistas e sua fugidia presença em comédias de Buster Keaton, Jerry Lewis, Jim Carrey, em filmes de Carlos Saura (Mamãe Faz Cem Anos, etc), Jean Cocteau (O Sangue de um Poeta/Le sang d’un poete), entre poucos outros, o surrealismo cinematográfico está inteiramente contido em Un Chien Andalou (1928) e L’Age D’Or (1930), ambos do espanhol Luis Buñuel, com colaboração de Salvador Dali. A cena inicial do primeiro é famosíssima: o próprio Buñuel, após contemplar uma enorme lua prateada no céu, afia uma navalha e corta pelo meio o globo ocular de uma mulher que está sentada. No segundo, vemos um cão ser arremessado pelos ares, uma vaca deitada sobre a cama, um bispo e uma árvore em chamas sendo despejados por uma janela, situações de delírio erótico, baratas numa mão que toca pianola, etc.

A ambigüidade do termo surrealismo pode sugerir transcendência, predomínio da imaginação sobre a realidade. Seria pura imaginação de Séverine sua ida ao bordel todas as tardes? A rigor, isso não importa, A significação é mais ampla, conecta-se mais ao discurso do modo de tradução do real. O surrealismo pretendia um automatismo psíquico que expressasse o funcionamento real do pensamento.

O automatismo provocado pelo surrealismo implica numa transfiguração anárquica do mundo objetivo, cujo efeito imediato é o riso. Mas o humor, aqui, é uma nova ética destinada a sacudir o jugo da hipocrisia. E o sonho é encarado como uma revelação do espírito, sendo afirmada a sua riqueza sob o duplo ângulo da psicologia e da metafísica. Para chegar à consciência integral de si próprio, o homem tem de decifrar o mundo do sonho, pois deixá-lo na obscuridade representa uma mutilação do nosso ser.

Un Chien Andalou e L’Âge d’Or procuravam, pois, o homem integral, “buscando a recuperação total de nossa força psíquica por um meio que representa a vertiginosa descida para dentro de nós mesmos, a sistemática iluminação de zonas ocultas”, como consta do manifesto de Breton. Neles têm um papel saliente o grotesco, o cruel, o absurdo, tudo com um sentido de revolta e solapamento.

Fonte: Terra Magazine


Pré Produção do Remake

A cena escolhida para o nosso remake foi uma cena do final do filme “Babel”, em que temos Chieko e o detetive juntos na sala da menina. Durante o dia 16 de junho o grupo se reuniu para fazer a pré produção do remake, na qual decidimos local de gravação, objetos a serem levados, horário, atores, figurino e o exato ponto da cena que seria regravado, ou seja, realizamos uma decupagem de produção. Apesar de não possuirmos um lugar realmente parecido, a cena se passa em uma sala de estar, então escolhemos uma que seria o mais próxima da cena original. Também foi decidido que a atriz que faria Chieko (que está nua na cena) usaria uma toalha em volta do corpo.

No fim ficou decidido que Renata Silva faria Chieko e Francisco Lopez faria o detetive. As falas da cena se manteriam em japonês para não perder a ambientação. A gravação ficou marcada para o dia 17 de junho.


Hotéis Consagrados Pelo Cinema

arsenalfilmes:

Os hotéis e o cinema têm algo em comum: as estrelas. E os dois decidiram tirar proveito de tal coincidência.

Via Arsenal Filmes


Como foram feitos os primeiros filmes da disney

Este raro featurette foi lançado nos cinema em 1939 antes dos filmes principais e mostrava o processo de criação dos desenhos do mais famoso estúdio de animação. 

Fonte: www.slashfilm.com




PIXAR CRIA ZOOTROPO EM 3D!

-

Inspirado pelo Studio Ghibi, a Pixar Animation Studios resolveu montar seu próprio Zootropo de Toy Story para mostrar a magia da animação, reemplazando os desenhos por pequenas esculturas, utilizando os mesmos principios de óptica do zootropo original. Por enquanto, a enegnhosa (re)invenção pode ser vista somente nos parques temáticos da Disney na Califórnia e Hong Kong.




LABIRINTO DO FAUNO - TERROR, DRAMA, FANTASIA E SUSPENSE

-

Dirigida pelo mexicano Guillermo Del Toro, o “Labirinto do Fauno” (Pan’s Labyrinth – 2006) mistura de forma equilibrada o suspense, o terror, o drama e a fantasia. De um lado, temos uma guerra ocorrendo na Espanha e um capitão extremamente violento e sádico. Por outro, temos Ofélia, a filha de sua esposa, que descobre ser na verdade a princesa de um mundo mágico. Para recuperar seu trono, ela precisa cumprir três provas. Então, o filme alterna o mundo fantástico de Ofélia e a guerra extremamente violenta de seu padrasto.

Com uma trama muito bem construída, o filme se desenvolve de maneira instigante. Basicamente é um filme de fantasia para adultos, uma vez que nos faz refletir sobre as questões abordadas no filme, desde a crueldade da guerra civil espanhola, até o mundo de fantasia que Ofélia cria com sua imaginação como refugio às atrocidades do mundo real em que vive. 




RÉQUIEM PARA UM SONHO - SUPER-FRAGMENTAÇÃO TEMPORAL

-

Uma das principais características do cinema dos anos 2000 é a fragmentação temporal. Tal como em seu filme anterior, π, David Aronofsky utiliza montagens de cenas extremamente curtas no decorrer do filme. Enquanto um filme de 100 minutos possui, em média, entre 600 e 700 cortes, Réquiem têm mais de 2000, combinando close-ups, planos muito fechados, panorâmicas e planos abertos em curtos períodos de tempo, isto, segundo Aronofsky, para recriar a emoção do momento vivido pelos atores.

Este tipo de montagem é utilizada para definir o momento quando as personagens principais estão sob o efeito de drogas, sendo que sempre são precedidos ou sucedidos por períodos de serenidade, nos quais sonhos idealizados do que “poderia ter sido” são justapostos com retratos de vidas destruídas pela dependênca química.



13
To Tumblr, Love PixelUnion

We're updating Fluid!

Soon, we'll be updating the look and feel of this theme. Read about the changes here. You can easily turn off this notification in the theme customization panel.

Close